Veja como não entrar nas normas para um bom desempenho de sites YMYL

Em seguida, o próprio Google dá alguns exemplos de páginas consideradas como YMYL:

Compras ou transações financeiras: páginas que permitem fazer compras, realizar pagamentos ou transferências (como páginas de e-commerce e bancos online);
informações financeiras: páginas com informações sobre investimentos, impostos, plano de aposentadoria, financiamentos, consórcios, seguros e outros serviços financeiros;
informações médicas: páginas com informações sobre saúde, medicamentos, saúde mental, nutrição, tratamentos médicos e temas relacionados;
informações legais: páginas com conselhos jurídicos e informações sobre assuntos como divórcio, guarda de menores, conquista de cidadania, etc.
páginas públicas ou que contém informações oficiais importantes para a cidadania: essa é bem ampla, e inclui páginas que falem sobre processos governamentais (de qualquer esfera), programas sociais, resposta a desastres, eventos internacionais e muitos outros.
Acha que acabou? Pelo contrário, a lista do Google termina com uma orientação clara: “por favor, use o bom senso”.

Afinal, há muitos outros tipos de página que poderiam impactar diretamente a vida dos usuários e que tratam de temas importantes.

Desde 2015, o Google usa uma espécie de manual interno que ajuda a fazer as avaliações de quais páginas têm alta qualidade e merecem ser classificadas em primeiro lugar nas pesquisas.

Esse guia, chamado de QGR (Quality Rater’s Guidelines) ou “Guia de Qualidade dos Avaliadores”, traz mais de 160 páginas de conteúdo sobre o que o Google considera bom para as páginas de um site.

Mas o principal que vamos extrair desse guia são seus princípios básicos. A sigla EAT (do inglês “Expertise, Authoritativeness, Trust), poderia ser traduzida como PAC (Perícia, Autoridade e Credibilidade).

Entenda melhor o papel de cada um desses elementos na avaliação da qualidade:
Depois de 7 anos sem atualizar o “SEO Starter Guide”, documento que define as regras de otimização para sites, o Google acabou de lançar sua nova versão, que foi construída usando a anterior como base, mas mesclando também o conteúdo da antiga “Webmaster Academy”. Também são considerados as atualizações de algoritmos para definir o que pode e o que não pode ser feito na hora de otimizar seu site para o mecanismo de busca.

Agora o novo documento apresenta seções sobre a necessidade de otimização para os mecanismos de busca e sobre como construir um site amigável para dispositivos móveis, também trata sobre as boas práticas necessárias para que os mecanismos de busca encontrassem, entendessem e indexassem conteúdos de sites e blogs e também como criar um site e como fazê-lo aparecer na busca do Google, assuntos antes era tratado apenas no “Webmaster Academy”.

Como antes o “SEO Starter Guide” e o “Webmaster Academy” acabavam repetindo alguns conteúdos e como tinham objetivos parecidos, a nova versão aposentou a ferramenta para webmasters e unificou tudo facilitando a vida de quem atua profissionalmente na web.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*