O Jeito Certo de ser bem monetizado e o que não fazer

Como monetizar no Youtube é uma dúvida frequente para várias pessoas que percebem que criar conteúdo em vídeos pode ser uma ótima forma de geração de renda extra, mas para isto alguns passos devem ser tomados.


Existem várias formas de monetização como o adsense e infoprodutos e para começar a monetizar é necessário seguir alguns passos simples que vamos mostrar aqui no artigo.
Lembrando que não basta somente criar seu conteúdo, você precisa configurar seu canal de forma correta e ter uma agenda de publicações, mas todas as técnicas nós vamos apresentar abaixo a seu tempo.
O importante é entender que seu público é a peça fundamental do seu canal e é neste público que você deve focar.
Assim como o e-mail marketing os Banners tem uma péssima reputação na internet, porém são as ferramentas que mais geram vendas.

Por isso o uso de Banners para fazer publicidade na internet está voltando a ganhar força e já é praticado a cerca de 22 anos.

De fato as marcas estão enfrentando internautas muito mais difíceis de se conquistar, pois a web tem tantos anúncios que eles já estão com a visão “treinada” e muito mais exigentes.

Com a internet infestada de Banners promocionais e, na sua grande maioria de baixa qualidade, é normal que o público os veja de forma negativa e que não chame mais a atenção.
Em 2018, entretanto, grandes marcas estão nos forçando a pensar em como estão sendo feitos anúncios online. Companhias como Kellogg e AT&T estão sendo atacadas por estarem financiando inadvertidamente conteúdos com fanatismos, discursos de ódio e desinformação, muito em função de estarem usando tecnologias de automação para alcançaram grupos de pessoas que teoricamente estariam dentro dos critérios de relevância da empresa.

Nessa semana também, a Unilever ameaçou cortar investimentos em publicidade no Facebook e Google caso esses veículos continuem criando divisões na sociedade, expondo conteúdos tóxicos e que não pretende continuar anunciando em plataformas que não estão comprometidas em contribuir positivamente para a sociedade.

Os perigos de tais sistemas foram colocados em pauta no ano passado em função da repercussão das Fake News nas eleições americanas e da propagação dos discursos de ódio e desinformações.

Mas agora, várias pessoas começaram a procurar “apoiadores financeiros” de tais conteúdos e não demorou muito para aparecerem screenshots de anúncios de marcas que estavam sendo feitos em sites polêmicos, falsos e com notícias ofensivas. Os consumidores (e jornalistas) começaram a demandar respostas das empresas e os atendimentos ao cliente, de repente, se viram diante de graves crises de imagem em função de um banner “fora do lugar”.

Você já deve saber que a propaganda é a alma de um negócio, não é mesmo? Essa frase é dita e repetida já tem muitos e muitos anos. No entanto, é engraçado ver tantas pessoas deixando passar essa informação. Sério, em pleno 2016, muitos comerciantes não se preocupam em fazer publicidade de sua marca de uma forma expansiva e abrangente.
Sei que esse tema daria um artigo enorme e até geraria um bom bate papo, pois seus segmentos são inúmeros e cada pessoa tem uma opinião diferente, porém vamos focar na publicidade online que tem maior relação com os assuntos tratados através desse canal, ou seja, relacionados ao mercado digital.

Os prints dos anúncios e a pressão dos meios de comunicação também ajudaram a estimular o êxodo de marcas como a Johnson & Johnson do Youtube, que foram flagradas associando seus anúncios em vídeos ofensivos, que inclusive promoviam o terrorismo. Na ocasião, o Youtube se defendeu dizendo que todos os dias, um grande volume de conteúdo é enviado para o site e que está trabalhando em mudanças para limitar os vídeos que podem ser exibidos e monetizados.

Uma conta do Twitter, atualizada por voluntários anônimos, chamada Sleeping Giants, está compartilhando screenshots recebidos pelos ativistas online e está sendo considerada uma das principais impulsionadoras do movimento. Atualmente com 137 mil seguidores, surgiu após as eleições de 2016 e atua no combate das Fake News. Na página do Facebook, declaram que sua missão é informar a esses anunciantes que eles estão financiando esse conteúdo sem saber e assim, exigir a retirada dos anúncios do ar.
O ativismo social já deixou de ser uma tendência e é uma realidade nas presenças sociais das marcas, independente se é uma presença comprada de forma errada dentro de um site falso. A realidade da automação de mídia traz também a preocupação com a qualificação dos espaços publicitários e reacende uma discussão que deve durar muitos anos: Como podemos juntos assumir a responsabilidade de combater esse tipo de conteúdo e cortar todo e qualquer tipo de incentivo, principalmente financeiro?

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