Notícias 2018 sobre atualizações do algoritmo do Google que causaram impacto

Se tem algo que causa alvoroço entre profissionais de Marketing Digital, além das atualizações do Facebook, são as mudanças no algoritmo do Google. Afinal, muita gente utiliza o buscador para fazer pesquisas na internet, e não estar em conformidade com as exigências dele pode significar queda no tráfego orgânico do seu site. Mas o algoritmo não é sempre o mesmo desde o início do Google.
Ele é atualizado constantemente, com mudanças tão grandes que acabam ganhando até nomes diferentes. Neste post, conheça as principais delas e os impactos que tiveram no trabalho de quem investe em Marketing Digital. No site de pesquisas, o algoritmo é responsável por filtrar o que é mais relevante para você, o que é feito de acordo com mais de 200 fatores de ranqueamento, que definem a ordem das páginas apresentadas. Caso contrário, os resultados seriam mostrados aleatoriamente e seria bem mais difícil encontrar o que procura, certo?
Veja as atualização mais recentes:
A) 2003 – Florida
B) 2011 – Panda
C) 2012 – Penguin
D) 2013 – Hummingbird
E) 2014 – HTTPS/SSL Update
F) 2015 – Mobile Friendly Update – Mobilegeddon
g) 2015 – Rankbrain
h) 2017 – Fred
Sempre que o Google lança uma atualização de algoritmo, o mundo digital entra em parafusos tentando entender o que mudou, quem foi (ou ainda vai ser) afetado e qual a extensão das mudanças.

No dia 1° de agosto de 2018, isso aconteceu mais uma vez. O Google usou uma de suas contas no Twitter para anunciar que uma ampla atualização em seu algoritmo de pesquisas.
Imediatamente, sites da categoria YMYL (Your Money or Your Life/ Seu Dinheiro ou Sua Vida) começaram a perceber grandes alterações em suas classificações nos rankings de pesquisa, alguns de forma positiva e outros nem tanto.
Com a atualização — já batizada informalmente por alguns como “Medical Update” devido ao forte impacto em sites de saúde, nutrição e bem-estar — surgem várias dúvidas.

O Jeito Certo de ser bem monetizado e o que não fazer

Como monetizar no Youtube é uma dúvida frequente para várias pessoas que percebem que criar conteúdo em vídeos pode ser uma ótima forma de geração de renda extra, mas para isto alguns passos devem ser tomados.


Existem várias formas de monetização como o adsense e infoprodutos e para começar a monetizar é necessário seguir alguns passos simples que vamos mostrar aqui no artigo.
Lembrando que não basta somente criar seu conteúdo, você precisa configurar seu canal de forma correta e ter uma agenda de publicações, mas todas as técnicas nós vamos apresentar abaixo a seu tempo.
O importante é entender que seu público é a peça fundamental do seu canal e é neste público que você deve focar.
Assim como o e-mail marketing os Banners tem uma péssima reputação na internet, porém são as ferramentas que mais geram vendas.

Por isso o uso de Banners para fazer publicidade na internet está voltando a ganhar força e já é praticado a cerca de 22 anos.

De fato as marcas estão enfrentando internautas muito mais difíceis de se conquistar, pois a web tem tantos anúncios que eles já estão com a visão “treinada” e muito mais exigentes.

Com a internet infestada de Banners promocionais e, na sua grande maioria de baixa qualidade, é normal que o público os veja de forma negativa e que não chame mais a atenção.
Em 2018, entretanto, grandes marcas estão nos forçando a pensar em como estão sendo feitos anúncios online. Companhias como Kellogg e AT&T estão sendo atacadas por estarem financiando inadvertidamente conteúdos com fanatismos, discursos de ódio e desinformação, muito em função de estarem usando tecnologias de automação para alcançaram grupos de pessoas que teoricamente estariam dentro dos critérios de relevância da empresa.

Nessa semana também, a Unilever ameaçou cortar investimentos em publicidade no Facebook e Google caso esses veículos continuem criando divisões na sociedade, expondo conteúdos tóxicos e que não pretende continuar anunciando em plataformas que não estão comprometidas em contribuir positivamente para a sociedade.

Os perigos de tais sistemas foram colocados em pauta no ano passado em função da repercussão das Fake News nas eleições americanas e da propagação dos discursos de ódio e desinformações.

Mas agora, várias pessoas começaram a procurar “apoiadores financeiros” de tais conteúdos e não demorou muito para aparecerem screenshots de anúncios de marcas que estavam sendo feitos em sites polêmicos, falsos e com notícias ofensivas. Os consumidores (e jornalistas) começaram a demandar respostas das empresas e os atendimentos ao cliente, de repente, se viram diante de graves crises de imagem em função de um banner “fora do lugar”.

Você já deve saber que a propaganda é a alma de um negócio, não é mesmo? Essa frase é dita e repetida já tem muitos e muitos anos. No entanto, é engraçado ver tantas pessoas deixando passar essa informação. Sério, em pleno 2016, muitos comerciantes não se preocupam em fazer publicidade de sua marca de uma forma expansiva e abrangente.
Sei que esse tema daria um artigo enorme e até geraria um bom bate papo, pois seus segmentos são inúmeros e cada pessoa tem uma opinião diferente, porém vamos focar na publicidade online que tem maior relação com os assuntos tratados através desse canal, ou seja, relacionados ao mercado digital.

Os prints dos anúncios e a pressão dos meios de comunicação também ajudaram a estimular o êxodo de marcas como a Johnson & Johnson do Youtube, que foram flagradas associando seus anúncios em vídeos ofensivos, que inclusive promoviam o terrorismo. Na ocasião, o Youtube se defendeu dizendo que todos os dias, um grande volume de conteúdo é enviado para o site e que está trabalhando em mudanças para limitar os vídeos que podem ser exibidos e monetizados.

Uma conta do Twitter, atualizada por voluntários anônimos, chamada Sleeping Giants, está compartilhando screenshots recebidos pelos ativistas online e está sendo considerada uma das principais impulsionadoras do movimento. Atualmente com 137 mil seguidores, surgiu após as eleições de 2016 e atua no combate das Fake News. Na página do Facebook, declaram que sua missão é informar a esses anunciantes que eles estão financiando esse conteúdo sem saber e assim, exigir a retirada dos anúncios do ar.
O ativismo social já deixou de ser uma tendência e é uma realidade nas presenças sociais das marcas, independente se é uma presença comprada de forma errada dentro de um site falso. A realidade da automação de mídia traz também a preocupação com a qualificação dos espaços publicitários e reacende uma discussão que deve durar muitos anos: Como podemos juntos assumir a responsabilidade de combater esse tipo de conteúdo e cortar todo e qualquer tipo de incentivo, principalmente financeiro?

Veja como não entrar nas normas para um bom desempenho de sites YMYL

Em seguida, o próprio Google dá alguns exemplos de páginas consideradas como YMYL:

Compras ou transações financeiras: páginas que permitem fazer compras, realizar pagamentos ou transferências (como páginas de e-commerce e bancos online);
informações financeiras: páginas com informações sobre investimentos, impostos, plano de aposentadoria, financiamentos, consórcios, seguros e outros serviços financeiros;
informações médicas: páginas com informações sobre saúde, medicamentos, saúde mental, nutrição, tratamentos médicos e temas relacionados;
informações legais: páginas com conselhos jurídicos e informações sobre assuntos como divórcio, guarda de menores, conquista de cidadania, etc.
páginas públicas ou que contém informações oficiais importantes para a cidadania: essa é bem ampla, e inclui páginas que falem sobre processos governamentais (de qualquer esfera), programas sociais, resposta a desastres, eventos internacionais e muitos outros.
Acha que acabou? Pelo contrário, a lista do Google termina com uma orientação clara: “por favor, use o bom senso”.

Afinal, há muitos outros tipos de página que poderiam impactar diretamente a vida dos usuários e que tratam de temas importantes.

Desde 2015, o Google usa uma espécie de manual interno que ajuda a fazer as avaliações de quais páginas têm alta qualidade e merecem ser classificadas em primeiro lugar nas pesquisas.

Esse guia, chamado de QGR (Quality Rater’s Guidelines) ou “Guia de Qualidade dos Avaliadores”, traz mais de 160 páginas de conteúdo sobre o que o Google considera bom para as páginas de um site.

Mas o principal que vamos extrair desse guia são seus princípios básicos. A sigla EAT (do inglês “Expertise, Authoritativeness, Trust), poderia ser traduzida como PAC (Perícia, Autoridade e Credibilidade).

Entenda melhor o papel de cada um desses elementos na avaliação da qualidade:
Depois de 7 anos sem atualizar o “SEO Starter Guide”, documento que define as regras de otimização para sites, o Google acabou de lançar sua nova versão, que foi construída usando a anterior como base, mas mesclando também o conteúdo da antiga “Webmaster Academy”. Também são considerados as atualizações de algoritmos para definir o que pode e o que não pode ser feito na hora de otimizar seu site para o mecanismo de busca.

Agora o novo documento apresenta seções sobre a necessidade de otimização para os mecanismos de busca e sobre como construir um site amigável para dispositivos móveis, também trata sobre as boas práticas necessárias para que os mecanismos de busca encontrassem, entendessem e indexassem conteúdos de sites e blogs e também como criar um site e como fazê-lo aparecer na busca do Google, assuntos antes era tratado apenas no “Webmaster Academy”.

Como antes o “SEO Starter Guide” e o “Webmaster Academy” acabavam repetindo alguns conteúdos e como tinham objetivos parecidos, a nova versão aposentou a ferramenta para webmasters e unificou tudo facilitando a vida de quem atua profissionalmente na web.

Notícias avançadas sobre sistema com oito exoplanetas que a NASA encontrou

Encontre aqui as notícias mais avançadas sobre sistema com oito exoplanetas que a NASA encontrou:

A Agência Espacial Americana (Nasa, na sigla em inglês) lançou nesta quarta-feira, 18, o Satélite de Levantamento de Exoplanetas em Trânsito , uma espaçonave especialmente dedicada à busca de exoplanetas – como são chamados os planetas que ficam fora do Sistema Solar. O lançamento foi realizado às 19h51 (horário de Brasília), na Flórida, nos Estados Unidos.

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Custando mais de US$ 200 milhões, a Tess substituirá o telescópio espacial Kepler, que está em operação desde 2009 e descobriu mais de 4,5 mil planetas em órbita em torno de estrelas distantes. Ao contrário do Kepler, cuja vida útil está chegando ao fim, a Tess terá a missão de procurar exoplanetas em estrelas mais próximas da Terra. Os cientistas estimam que a nave possa descobrir até 20 mil novos mundos.


Sonda Tess
Os cientistas estimam que a nave Tess possa descobrir até 20 mil novos mundos Foto: Goddard Space Flight Center/Nasa
Na busca por exoplanetas, a Tess utiliza o mesmo método adotado pelo Kepler. Na órbita da Terra, as câmeras desses instrumentos observam o céu em inúmeras direções, medindo o brilho das estrelas. Quando há um planeta na órbita de uma estrela, sua passagem diante dela causa uma redução minúscula de seu brilho – que o cientistas chamam de “trânsito”.
Assim como ocorre com o Kepler, quando os instrumentos extremamente sensíveis da Tess detectarem um trânsito diante de uma estrela, ela será “marcada” para que os astrônomos possam analisá-la individualmente e decidir se ali há mesmo um candidato a exoplaneta.
Dos mais de 4,5 mil candidatos a exoplanetas identificados pelo Kepler, mais de 2,3 mil já foram confirmados. O Kepler, porém, tem seu foco fixado em uma porção do céu e aprofunda as buscas naquele trecho, encontrando planetas em distâncias imensas.

A Nasa encontra sistema com oito exoplanetas, a nova descoberta foi realizada graças à tecnologia da Nasa e a seu telescópio Kepler, junto com a inteligência artificial proporcionada em parceria com o gigante tecnológico Google
Sete dos exoplanetas – como são chamados os planetas existentes fora do Sistema Solar – já haviam sido descobertos antes em torno da Kepler 90. O Kepler 90i é o menor dos oito planetas até agora conhecidos nesse sistema alienígena…
A metodologia do telescópio espacial Kepler para descobrir novos planetas não se baseia na observação direta. Em vez disso, os sensíveis instrumentos do telescópio detectam minúsculas quedas periódicas no brilho de uma estrela, que ocorrem quando um planeta passa diante dela – é o que os astrônomos chamam de “trânsito”
MERCÚRIO – Distante 58 milhões de quilômetros do Sol, Mercúrio é o planeta rochoso do Sistema Solar mais próximo do Astro. Se fosse possível ficar de pé sobre a superfície dele, o Sol pareceria três vezes maior do que estamos acostumados.

Você ai do outro lado já parou para pensar em algo muito além do que imaginamos?
Agora, para ver como desconhecemos o nosso universo, há estudos que estimam haver mais de 400 bilhões de galáxias.
Dentro dessas possibilidades, será que os filmes de ficção científica como Jornada nas Estrelas (Star Treck) e Guerra nas Estrelas (Star Wars) podem não ser tão fantasiosos como pensamos ser?
Seriam Gene Roddenberry, criador da série Star Treck e George Lucas, criador da série Star Wars gênios que anteviram o futuro e criaram seus filmes para nos preparar para o que está para ser descoberto?
Muitas perguntas e poucas respostas, pelo menos por enquanto.
Até breve com mais notícias para você!